O presidenciável propôs que a seleção dos nomes partisse de uma lista elaborada por entidades como a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), o Ministério Público e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Segundo Cury, a medida reduziria a influência do Executivo sobre o Judiciário e fortaleceria a independência da Corte. Ele reconheceu que a proposta exigiria alteração constitucional.

O candidato também defendeu que pessoas com filiação partidária recente não integrem a lista de possíveis indicados, sugerindo um período mínimo de cinco anos sem vínculo partidário.