Os policiais vinham monitorando o suspeito há cerca de um mês após informações de outra operação indicarem que ele poderia atuar como fornecedor de haxixe na região. Durante o acompanhamento, os agentes notaram que o homem recebia encomendas com frequência.

No dia da prisão, duas caixas entregues ao investigado chamaram atenção pelo peso incompatível com a descrição dos produtos. Questionado, ele afirmou que os volumes continham balanças de precisão. Os cães farejadores foram acionados e indicaram a presença de entorpecentes.

Na inspeção, as balanças estavam desmontadas internamente e as carcaças preenchidas com cerca de 60 tabletes de aproximadamente 100 gramas cada. O homem admitiu que recebia a droga para revenda. Ele não possuía antecedentes criminais e foi autuado por tráfico de drogas. A identificação do material como haxixe ainda depende de confirmação pericial.

Segundo a PCDF, não há indícios de participação do entregador no esquema, pois ele realizava o serviço de transporte normalmente.